segunda-feira, 20 de agosto de 2012


 Quem dera uma noite qualquer sem lágrimas, lágrimas que escorrem pela minha face, que morrem em minha boca. Se elas pudessem ao menos falar, diriam o motivo de tanto pranto. Falariam das lembranças, dos beijos, abraços, conversas e risos, e das dores. Dores que não se acalmaram até hoje.
Houve um período em que eles se aquietaram, mas como uma doença a dor sempre regride, a angústia fez o mesmo. Fez como se tivesse ouvindo um conselho, para não me deixar.
Até em sonhos não paro de sentir isto.
Teve uma vez que acordei em lágrimas, o sonho para mim foi tão real. As palavras ditas por você a mim em sonho foram tão fortes, me levantei assustada e com a cara inchada.
Lembro-me desta frase “Segues o teu caminho que seguirei o meu”. Ela se repetia em minha mente como um filme em que replays em seguida de replays. Pelo menos sigo minha vida longe de ti.

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