domingo, 10 de março de 2013

E você, tem sede de que ?



Nos últimos dois anos o governo Dilma cortou 5 bilhões de reais da educação pública e vemos que isso se reflete na falta de salas de aulas, moradia estudantil, etc.
Hoje o governo não investe nem 5% do PIB na educação, mais destina 47%  para pagar os juros da dívida pública aos banqueiros.

Esta situação reflete a ausência de um projeto em desenvolvimento do qual a educação é o pilar. Hoje a educação é uma das políticas sociais mais deficientes do País.
O atual governo não disse ainda a que veio na área educacional. Foram prometidas iniciativas no sentido de melhoria da qualidade de ensino, da valorização dos profissionais da educação, da participação da comunidade e da aprendizagem dos alunos, mas o que vemos é o agravamento de problemas históricos sem soluções.

E os professores Brasileiros de escolas públicas têm um dos piores salários de sua categoria em todo o mundo e recebem uma renda abaixo do Produto Interno Bruto (PIB) per capito nacional.
O tripé que sustenta a valorização do magistério é formado por carreira-salário-formação.

A ausência de uma carreira justa e atraente, os salários baixos e a falta de formação inicial e continua da qualidade, que atendam as necessidades dos professores e das escolas públicas, afastam muitos bons profissionais da rede estadual de ensino. E o resultado que estamos assistindo: cai o interesse dos estudantes universitários pelas licenciaturas e faltam professores em diversas disciplinas.

Finalmente, é preciso aumentar substancialmente os investimentos em educação, e não só por 10% do PIB e sim no mínimo 30%, pois a educação pública de qualidade é o fator de desenvolvimento de uma nação. O professor é o elemento central do processo ensino-aprendizagem. Valorizar o PROFESSOR, portanto, é contribuir decisivamente para o desenvolvimento escolar do nosso país. 

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