Nos últimos dois anos o governo Dilma cortou 5 bilhões de reais da educação pública e vemos que isso se reflete na falta de salas de aulas, moradia estudantil, etc.
Hoje o governo não investe nem 5% do PIB na educação, mais
destina 47% para pagar os juros da
dívida pública aos banqueiros.
Esta situação reflete a ausência de um projeto em
desenvolvimento do qual a educação é o pilar. Hoje a educação é uma das
políticas sociais mais deficientes do País.
O atual governo não disse ainda a que veio na área
educacional. Foram prometidas iniciativas no sentido de melhoria da qualidade
de ensino, da valorização dos profissionais da educação, da participação da
comunidade e da aprendizagem dos alunos, mas o que vemos é o agravamento de
problemas históricos sem soluções.
E os professores Brasileiros de escolas públicas têm um dos
piores salários de sua categoria em todo o mundo e recebem uma renda abaixo do
Produto Interno Bruto (PIB) per capito nacional.
O tripé que sustenta a valorização do magistério é formado
por carreira-salário-formação.
A ausência de uma carreira justa e atraente, os salários
baixos e a falta de formação inicial e continua da qualidade, que atendam as
necessidades dos professores e das escolas públicas, afastam muitos bons
profissionais da rede estadual de ensino. E o resultado que estamos assistindo:
cai o interesse dos estudantes universitários pelas licenciaturas e faltam
professores em diversas disciplinas.
Finalmente, é preciso aumentar substancialmente os
investimentos em educação, e não só por 10% do PIB e sim no mínimo 30%, pois a
educação pública de qualidade é o fator de desenvolvimento de uma nação. O
professor é o elemento central do processo ensino-aprendizagem. Valorizar o
PROFESSOR, portanto, é contribuir decisivamente para o desenvolvimento escolar
do nosso país.
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