domingo, 19 de agosto de 2012


É estranho para mim, mas toda vez que estou longe de ti, só lhe tenho em meus pensamentos.
Lembro-me de tua boca. Ah! Como é bom te beijar-te.
Seu olhar, ele é tão misterioso. Por que me olhas tão diferente?
Olhas-me como se quisesse ler meus pensamentos, ou querendo descrever-me detalhadamente.
Convenhamos, estou a pensar muito em ti.
Não tenho como explicar, mas quando estou ao seu lado é tão especial para mim. Deve ser porque aquele momento não acontecerá mais.
Tento aproximar-me de ti, no entanto é difícil. Acho que é o medo que sinto. Sinto tanto medo como qualquer uma pessoa em meu lugar sentiria. O medo de se arrepender. O arrependimento nos torna seres tristonhos e iludidos.
"O orgulho mata o agradecimento, mas uma mente humilde é o solo donde brota, naturalmente, a semente da gratidão."

Senso e Sensível:

Nem todo o discurso sobre a beleza da arte é também um belo discurso. A filosofia sempre teve dificuldade de lidar com o belo artístico, pois ele parece pertencer exclusivamente ao domínio do gosto individual.

Talvez seja essa uma das razões que tenha surgido o termo “estético”, como o nome da disciplina que tenta sistematizar racionalmente a diversidade de experiências da beleza na arte.

A estética seria então uma ciência da sensibilidade, uma ciência de exceção, já que visa algo que pode se mostrar vago e discurso. No qual também a ponta para certo preconceito, crença de que a capacidade de apreciar a beleza se dá a exclusivamente pelos órgãos dos sentidos.

A arte apele mais aos sentidos e aos sentimentos do que a reflexão e a racionalidade. Porém, é uma evidência questionável.
No qual também, há uma participação imprescindível da inteligência na fruição da beleza na obra de arte.

Sem interpretação daquele que vê ou ouve, sem a construção de sentido por aquele que percebe, não há beleza, nem obra de arte. O que envolve o senso (relacionado ao pensamento, significado ou racionalidade) ou o sensível (os sentidos, afetos ou sentimentos).

A obra de arte se mostra principalmente para o olho e o ouvindo, porque é na visão e na audição que a confluência entre o senso e o sensível aparece de forma “radical”.

Com isso, entrega-se a tato a experiência estética e subverte-se a relação passiva entre obra e espectador.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012



If I lay here, If I just lay hereWould you lie with me and just forget the world?


“É claro que os sentimentos mudam. As pessoas fazem com que isso aconteça.”

— Querido John.